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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Estaleiro Eisa de Alagoas em Coruripe sai do papel - 10 mil empregos serão gerados.

A Petrobras divulgou, na quinta-feira (9), a contratação do estaleiro Eisa para a fabricação de cinco navios-sonda em Alagoas. Com este anúncio, o projeto do estaleiro, no município de Coruripe – Litoral Sul do Estado, começa a sair do papel após três anos de negociação.
Para o senador Benedito de Lira (PP-), que participou das negociações entre governo e iniciativa privada para instalação do Eisa, o empreendimento deverá movimentar a economia da região com a criação de cerca de 10 mil empregos diretos só na construção. “Essa iniciativa mudará o perfil econômico do nosso estado com o fortalecimento de outros setores da economia como agricultura e serviços que deverão fornecer, por exemplo, 30 mil refeições para os trabalhadores”, ressaltou.
O estaleiro também vai estruturar outros setores da economia alagoana uma vez que precisará de insumos, peças e equipamentos que poderão ser fornecidos por empresas de todo o Estado. “O estaleiro vai mudar totalmente a feição dos municípios pobres da região. Locais vizinhos a Coruripe serão beneficiados porque poderão fornecer os serviços e produtos necessários ao empreendimento”.
Ao comemorar a decisão da Petrobras, o senador Benedito de Lira lembrou o esforço para concretizar o “sonho” de levar o estaleiro para Alagoas. Ele relembrou inúmeras reuniões e pronunciamentos no plenário do Senado em busca de apoio para o empreendimento.
“É uma alegria muito grande vivermos esse momento importante porque pairava na cabeça dos alagoanos a impressão de que esse projeto não aconteceria. Agradeço a sensibilidade da Petrobras, o apoio da presidente Dilma Roussef que desde o primeiro momento acreditou e da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann que sempre nos atendeu. Em nome dos alagoanos, agradeço a todos que contribuíram direta ou indiretamente para esta conquista que mudará a feição da economia do estado”, concluiu.
Empresas
No total, serão construídos 26 navios-sonda. A Petrobras mantém sigilo total sobre o valor exato do negócio, mas fontes de mercado asseguraram que as taxas diárias devem variar de US$ 526 mil a US$ 540 mil, por unidade. O processo de licitação cancelado em dezembro previa 21 sondas
A Ocean Rig participa do processo atual em parceria com os estaleiros EISA e Mauá. Já a Sete Brasil apresentou como parceiros a Odfjell, Seadrill, Etesco, Odebrecht, Queiroz Galvão e Petroserv, e projeta construir as unidades nos estaleiros do Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Demanda da indústria é por técnicos de nível médio

Nos últimos seis meses, mais de 30% das indústrias aumentaram suas demandas por profissionais técnicos de nível médio e 59% não reduziram sequer um ponto percentual dessa necessidade. Esse cenário genérico pode ser recortado para o setor de Petróleo, cujo desenvolvimento é percebido pelos volumosos investimentos no Brasil. Por isso, investir nesse tipo de formação, hoje em dia, tem suas vantagens.
Os números são do chefe de Educação do Centro de Tecnologia SENAI Automação e Simulação, Maurício Rocha Bastos, que ressalta as possibilidades de atuação profissional de um técnico tanto na operação quanto na coordenação de processos produtivos. Sobre os benefícios do curso no setor petrolífero, ele diz: "É simples relacionar as vantagens quando temos não somente o segmento em expansão como também a demanda pela modalidade de formação crescente. O momento que a indústria vive é do técnico de nível médio.”
De acordo com as definições do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, desenvolvido e mantido pelo MEC, as possibilidades de atuação em Óleo & Gás estão direcionadas a três grandes frentes: empresas do setor petrolífero, operadoras de campos de petróleo e prestadoras de serviços.
Entretanto, Bastos lembra que muitas vertentes que não a formação específica em Petróleo e Gás, têm parentesco com o setor. Ele cita os cursos de Eletrotécnica, Construção Naval, Automação Industrial, Eletrônica, Mecânica e Metalurgia como exemplos. “Alguns deles são altamente transversais, ou seja, aplicáveis em diversos segmentos”, explica o executivo do SENAI, detalhando que um técnico nessas áreas pode ser útil tanto na indústria farmacêutica quanto na de Petróleo.


sábado, 28 de janeiro de 2012

Novas Oportunidades - Refinaria Abreu e Lima - Pernambuco

Novas Oportunidades - Refinaria Abreu e Lima - Pernambuco
Atualmente, são cerca de 35 mil profissionais atuando na obra, que vem desde 2007 . Imagem: DP/D.A PressO consórcio Ipojuca, que participa da construção e montagem da Refinaria Abreu e Lima em Suape, está com 90 vagas em aberto para profissionais de nível técnico e superior. Os interessados devem encaminhar os currículos até o dia 6 de fevereiro para o e-mail selecao@consorcioipojuca.com.br ou Caixa Postal 180, Cabo de Santo Agostinho, CEP 54505-970.

A Refinaria Abreu e Lima está sendo construída pela Petrobras desde setembro de 2007. O consórcio Ipojuca é responsável pelas obras das tubovias e interligações. Segundo o último balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), divulgado em novembro passado, a obra será concluída em 2016. Quando pronta, a planta terá capacidade para processar 230 mil barris diários de petróleo e seu principal produto será o diesel. O investimento é de R$ 26,5 bilhões.
Atualmente, são cerca de 35 mil profissionais atuando na obra. Confira abaixo as categorias profissionais que estão sendo requisitadas pelo consórcio Ipojuca. São três vagas para cada função.

Nova fábrica será implantada em SUAPE - Investimento de 2,7 Milhões

A Indústria Brasileira de Gases (IBG), que possui quatro fábricas em São Paulo e Goiás, está de olho no crescimento do Nordeste. A empresa anunciou hoje que vai inaugurar em dezembro, no Complexo de Suape, a sua primeira unidade na região. Em funcionamento, ela deve responder por 15% do volume de negócios da IBG, que pretende abastecer indústrias e redes hospitalares nordestinas com oxigênio, nitrogênio e argônio, dentre outros gases.

A planta, cujo projeto vem desde o segundo semestre de 2010, vai ocupar uma área de 12 mil metros quadrados no complexo industrial portuário. Os investimentos iniciais chegam a R$ 2,7 milhões.

“Instalamos há sete anos uma filial no Recife, mas a demanda por gases industriais e medicinais não para de crescer. A nova fábrica nasce para atender com maior rapidez e preços mais competitivos empresas de toda a região, do Ceará a Bahia”, disse Newton de Oliveira, presidente da IBG, através de sua assessoria de comunicação.

Fundada em 1992, a IBG tem uma carteira de clientes composta por mais de 3 mil empresas. A companhia deu início ao seu processo de expansão em 2005, com a implantação de uma nova fábrica no Distrito Industrial de Jundiaí (SP), base de suas operações. Desde então, mais de US$ 57,3 milhões foram destinados a novos projetos fabris

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Finlândia prospecta negócios em Pernambuco

Comitiva da Finlândia prospecta negócios em Pernambuco
Noticiário cotidiano - Indústria naval e Offshore
Sex, 20 de Janeiro de 2012 07:07
Uma comitiva da Finlândia, formada por representantes do Governo finlandês, do setor produtivo e instituições de fomento, ensino e pesquisa, estará visitando o Estado de Pernambuco entre os dias 25 e 27 de janeiro

A visita tem como objetivo o estreitamento dos laços entre Pernambuco e aquele País nas áreas de Tecnologia da Informação, Naval e Offshore. Pretende-se criar um networking entre governos, universidades e empresas para gerar oportunidade de negócios, cooperação e criação de novas empresas.

Na manhã do dia 25, os finlandeses irão ao Complexo Industrial e Portuário de Suape, onde visitarão o Estaleiro Atlântico Sul e Refinaria Abreu e Lima. À tarde, a comitiva irá se dirigir para o Parque Tecnológico de Pernambuco (ParqTel), onde visitarão as obras do Centro Administrativo do Parque, que estão sendo concluídas, e a empresa Tron. Ainda na tarde do dia 25, a comitiva irá visitar o Instituto Tecnológico de Pernambuco (ITEP) e o Porto Digital, onde serão apresentados aos principais projetos das duas instituições.

O dia 26 foi reservado para visitas a universidades pernambucanas e a Secretaria de Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Sectec). Nesse dia, a comitiva se divide em dois grupos. Um grupo visitará a UFPE e a UPE, onde discutirá a possibilidade de cooperação na área naval, entre outras. Enquanto isso, outro grupo se dirige a Sectec, para discutir cooperação na área naval, desenvolvimento de energia e inovação.

No dia 27, ocorrerá um workshop, no Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene). Na ocasião, a comitiva fará uma apresentação da política nacional de inovação do seu País, inovação na indústria naval e nas universidades. Também serão apresentados aos sistemas de inovação brasileiro e pernambucano e as oportunidades de cooperação com o Governo local na área naval e de offshore, visando a formação de mão de obra especializada para o setor em Pernambuco.

C&T - Na área de Ciência e Tecnologia a Finlândia é tida como exemplo a seguir no panorama mundial. Depois do pós-guerra, o País promoveu grande investimento em novas universidades obtendo condições para um progresso notável. Na década de 80, a ciência e tecnologia passaram a ser consideradas prioritárias. Foi criado um conselho de Política Ciência e Tecnologia (1987) como observatório do investimento em Investigação e Desenvolvimento (I&D).

Atualmente a Finlândia está entre os primeiros lugares em investimento em Ciência e Tecnologia e em número de patentes registradas e licenciadas, no mundo. Segundo o relatório PISA (Program for International Student Assessment) o nível cultural dos jovens finlandeses está no topo nas três áreas essenciais (matemática, ciências naturais e leitura).

O objetivo da visita é o estreitamento dos laços entre Pernambuco e aquele País nas áreas de Tecnologia da Informação, Naval e Offshore. Não por acaso: 40% da economia da Finlândia – cuja produção per capita é maior que a do Reino Unido, França, Alemanha e Itália – é movida por exportações, cuja principal pauta é formada por equipamentos elétricos, máquinas, equipamentos de transporte, celulose e produtos químicos.
O país é o quarto no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial e detém o segundo maior índice de investimento em inovação per capta do mundo. Por conta disso, a proximidade de centros de excelência em pesquisa tecnológica de Pernambuco (Centro de Informática e engenharias da UFPE e UPE) também é um fator de atração da comitiva.

COMITIVA:
• Ms Mervi Pitkänen, Programme Director, The Finnish Maritime Cluster Programme
• Mr Juha Leimu, Prof, Turku University of Applied Sciences
• Ms Liisa Kairisto Mertanen, Dean, Turku Univesity of Applied Sciences
• Mr Kimmo Puolitaival, Head of Unit, The Centres for Economic Development, Transport and the Environment of Southwest Finland
• Mr Juha Valtanen, Manager, The Finnish Maritime Cluster Programme
• Mr Antti Saurama, Manager, Turku School of Economics
• Mr Antti Salminen, Professor, Lappeenranta University of Technology
• Ms Pipa Heinonen, Senior Advisor for Intercity Collaboration of South-West Finland, City of Turku
• Mr Samuli Seilonen, Head of Finland Trade Center Rio de Janeiro, Finpro ry, Operations and Network

Fonte Secretaria de Ciência e Tcnologia de PE

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O Setor de Petróleo e Gás está atrás de Estudantes

Fonte : J.Commercio, Confidencial - Aziz Ahmed

O setor de petróleo e gás está atrás de estudantes que cursem o último ano do ensino fundamental e dos níveis médios e técnico que ainda não definiram a profissão. A ideia é qualificar o quanto antes a mão de obra para um segmento da economia carente, porém estratégico. A expectativa é de que até 2015 devam surgir mais de 50 mil vagas por ano no Brasil para técnicos nessas áreas.

Estaleiro Eisa Alagoas S.A. regulariza financiamento do Fundo de Marinha Mercante

Fonte : Alagoas, Economia, Justiça, Vilela Local: Maceió - AL, Brasil

Estaleiro Eisa Alagoas S.A. regulariza financiamento do Fundo de Marinha Mercante! O financiamento do Estaleiro Eisa Alagoas S.A. parece ter sido salvo. Há dez dias, o Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante havia cancelado o status de urgência de um financiamento de R$ 1,5 bilhão para a Synergy Group (holding a que pertence o estaleiro) construir a obra faraônica em Coruripe (vide Estaleiro Eisa Alagoas pode perderfinanciamento de R$ 1,5 bilhão do Fundo de Marinha Mercante!). O cancelamento teria se dado devido a demora em se efetivar a construção do empreendimento. Em viagem ao Rio de Janeiro, o governador Teotonio Vilela pode constatar que a linha de crédito junto a instituições financeiras foi renovada pelo Fundo de Marinha Mercante, que teria elogiado o projeto do estaleiro. Após assistir a entrega do navio Celso Furtado (construído pelo estaleiro Mauá, que pertence ao Synergy Group), o governador teve uma reunião com o empresário German Efromovich, da qual também participaram o senador Benedito de Lira, o presidente da FIEA José Carlos Lyra e o secretário de Planejamento, Orçamento e Desenvolvimento Econômico Luiz Otávio Gomes. Presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Alagoas, foi Luiz Otávio Gomes que esquematizou os benefícios governamentais para o Eisa Alagoas S.A. Pouco tempo depois, a filha do secretário, Hyde Melo, foi contratada pela Synergy Group (vide LuizOtávio Gomes concede benefícios honestos para Estaleiro Eisa S.A.? ou: SynergyGroup, de Efromovich, contrata Hyde Melo, filha de LOG!). Luiz Otávio Gomes também está relacionado a dois outros casos de possível favorecimento privado a partir da estrutura do Estado.Postado por Paulo Veras às 21:58 Marcadores:

Fonte: Alagoas, Economia, Justiça, Vilela Local: Maceió - AL, Brasil

domingo, 1 de janeiro de 2012

Marinha Mercante oferece 250 vagas de nível superior

Marinha Mercante oferece 250 vagas de nível superior
Noticiário cotidiano - Indústria naval e Offshore
Dom, 25 de Dezembro de 2011 01:31
Manaus - A Marinha Mercante anunciou a abertura das inscrições de processo seletivo com 250 oportunidades para admissão aos cursos de segundo oficial de máquinas e de segundo oficial da náutica. As ofertas são para os municípios do Rio de Janeiro e Belém, no estado do Pará.

Os interessados devem se inscrever pela internet, no endereço eletrônico www.ciaga.mar.mil.br até as 23h59 do dia 15 de janeiro. A taxa de participação, para ambos os cursos, é de R$ 50.

Para participar da seleção, é necessário que o candidato tenha entre 18 anos e 40 anos de idade, regularidade com a justiça militar (para o sexo masculino) e com a justiça eleitoral, além de formação de curso superior nas áreas de engenharia (naval, mecânica, industrial, produção industrial, mecatrônica, elétrica, eletrônica e automação), matemática, física ou química.

Os candidatos serão avaliados por meio de duas provas, com data prevista para acontecer no dia 12 de fevereiro de 2012.
Fonte: D24am

sábado, 17 de dezembro de 2011

Petróleo & Gas : sobram vagas, faltam profissionais qualificados

Fonte: Bernardo Moreira - sócio de auditoria da área de Petróleo e Gás da KPMG no Brasil. Postado em 12.12.2011.
O cenário para o mercado de Petróleo e Gás nos próximos cinco anos é bastante positivo. O início das operações do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), previsto para ocorrer em 2012, e a descoberta da província do pré-sal, localizada em águas profundas(entre cinco mil e sete mil metros abaixo do nível do mar), tornaram o setor um dos mais atraentes e promissores do país. As recentes descobertas geram expectativas de o Brasil se tornar um dos principais produtores mundiais de petróleo no futuro. Como reflexo desse crescimento, o setor já enfrenta um aumento da necessidade por mão de obra especializada e por profissões que até então não eram tão demandadas.
Será preciso um grande número de profissionais para suprir este segmento. A expectativa é que deverão ser criados mais de 200 mil empregos diretos e indiretos relacionados ao petróleo nos próximos cinco anos, em todos os níveis - médio, técnico e superior -, de acordo com o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Promimp).
O Estado do Rio concentra 80% da produção de petróleo, e grande parte do mercado de trabalho para esta área está na Bacia de Campos, no litoral norte fluminense, onde fica a maior reserva de petróleo do país.


Atualmente, estão em operação nesta bacia mais de 400 poços de óleo e gás, 30 plataformas de produção e existem 3.900 quilômetros de dutos submarinos. As principais ofertas de trabalho estão concentradas também na cidade de Santos, em São Paulo. Além disso, há procura por profissionais na Bahia, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Amazonas. É preciso ainda contar com profissionais suficientes e devidamente capacitados para serem empregados na construção de 5 refinarias até 2014, incluindo as do Comperj, e 28 plataformas até 2017. Isso sem contar todos os equipamentos que serão necessários para as futuras operações.
As possibilidades de trabalho na cadeia produtiva são muitas e dependem da formação do profissional. A Engenharia do Petróleo é uma das profissões mais requisitadas. Trata-se de uma área estratégica que tem poucos profissionais no Brasil e que está em expansão em todo o mundo. Esta cadeia vem preparando vários profissionais para atuarem no desenvolvimento de campos de prospecção, exploração e expansão de jazidas, transporte, refino, industrialização e atividades afins, como processamento de gás natural. E não para por aí. Em um momento em que se discutem novas matrizes energéticas, os engenheiros de petróleo começam a agregar conceitos de sustentabilidade e meio ambiente. Olhando para o futuro, o mercado já está buscando profissionais capacitados também na gestão ambiental da produção de petróleo e gás.
Os postos de trabalho vão desde as empresas de Engenharia, que perfuram os poços, até refinarias e petroquímicas. Além disso, o profissional pode trabalhar em setores relacionados à gestão do negócio e também na manutenção e no gerenciamento de equipamentos. Do outro lado, estão as instituições públicas e privadas que estão abrindo cursos técnicos e de graduação voltados especificamente para a área de petróleo e gás para atender à demanda. Atualmente, existem 87 cursos de graduação em petróleo reconhecidos pelo Ministério da Educação no país, sendo que muitos outros ainda não obtiveram reconhecimento por serem novos no mercado. Esse número de cursos, principalmente nos Estados de São Paulo e Espírito Santo, pode ser pequeno em vista das expectativas.
A alta empregabilidade e os bons salários, que em muitas vezes se devem aos riscos envolvidos no setor, são um fator de destaque e o que maisatrai candidatos aptos a atuarem na área. Mas não basta o profissional ter formação, ele precisa estar pronto para atender às necessidades do mercado. Por ter características de carreira internacional, e pela necessidade de lidar com profissionais de todo o mundo, é essencial fluência em inglês e um constante aprimoramento, já que a tecnologia e a aparelhagem do setor evoluem rapidamente. É preciso ainda ter desenvoltura em liderança. Na área de perfuração, por exemplo, já é bem difícil encontrar toolpushers, sondadores e assistentes de sondador com experiência, bom inglês e conhecimentos suficientes para operar uma sonda cyber.
Uma das saídas para esse gargalo pode estar na criação de centros de pesquisa e o investimento em atividades de ensino, pesquisa e extensão como já vem sendo feito por algumas grandes empresas do setor petrolífero. Outra saída é a realização de convênios de empresas com universidades. De acordo com levantamento do Prominp, implantado pelo governo federal em 2003 para capacitar mão de obra para implementação de empreendimentos no setor de petróleo e gás, a estimativa é de que será necessário capacitar 112 mil pessoas para o setor entre 2008 e 2012. Neste momento crucial para o País, é importante que haja o engajamento das autoridades públicas e privadas para garantir a adequada e efetiva colaboração de áreas como as de educação, treinamento e capacitação, visando valorizar e estimular nossos jovens a entrarem neste segmento tão promissor e carente de profissionais devidamente capacitados.

Presidente da PETROBRAS diz : Não vamos construir Navios fora do Brasil

Frase em destaque
"Não vamos contruir navios fora do Brasil, o que puder ser feito aqui, será."
Por José Sergio Gabrielli, Presidente da Petrobras
Afirmou o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, ontem, no lançamento ao mar do navio de produtos José Alencar, no Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ). Ele reforçou o desenvolvimento da indústria naval brasileira para atender à grande demanda gerada pelo pré-sal

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Inscrições abetras 350 vagas oferecidas pela PETROBRAS

As inscrições para o segundo processo seletivo público da Petrobras este ano já estão abertas. Do total de 350 vagas oferecidas, distribuídas por todo o País, 274 são para cargos de nível médio, como técnico de contabilidade, de estabilidade e de exploração de petróleo, entre outros; e 76 para Geofísico júnior, que exige nível superior.
As inscrições estarão abertas de até o dia 13 de dezembro, no site da Fundação Cesgranrio , e as provas objetivas serão realizadas no dia 22 de janeiro de 2012. Para os cargos de nível médio, o valor da inscrição é de R$ 35, enquanto para os cargos de nível superior é de R$ 50. O edital do novo concurso pode ser consultado no site da Petrobras  e no site da Fundação Cesgranrio.

Petrobras procura fornecedores para o pré-sal

Estadão, Economa

Preocupados com a capacidade da indústria para atender à forte demanda do pré-sal, Petrobras e BNDES estão rodando o Brasil em busca de novos fornecedores. O objetivo é encontrar empresas dispostas a adaptar suas plantas para produzir equipamentos de óleo e gás no mercado nacional, o que amenizaria os problemas para cumprir a cota de conteúdo local nos projetos.
O modelo de produção está em aberto: a companhia pode ampliar seu parque industrial sozinha ou em parceria com algum grupo internacional, que tenha know how na fabricação dos equipamentos. A contrapartida para quem aceitar essa empreitada é o financiamento ou participação do BNDES no projeto - medida que pode dar mais competitividade ao produto nacional para concorrer com estrangeiros altamente especializados na área, como noruegueses e americanos. Além disso, as empresas poderão ter apoio técnico da Petrobras no desenvolvimento dos novos produtos.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Estaleiro Eisa Alagoas descumpre prazo e Fundo de Marinha Mercante cancela Autorização de Crédito

Fonte : Portos e Navios

Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011 06:53


Obra ameaçada. Estado descumpre prazo e Fundo da Marinha suspende operação

O governadorTeotonio Vilela informou nesta segunda-feira (14) que o cancelamento da autorização de crédito que havia sido concedida ao estaleiro Eisa Alagoas pelo Fundo da Marinha Mercante ocorreu em consequência de procedimentos burocráticos. Ele afirmou que o empresário German Efromovich, dono do Grupo Synergy, garantiu que o empreendimento será instalado em Alagoas. “O cancelamento da autorização de financiamento para o estaleiro Eisa pelo Fundo da Marinha Mercante ocorreu porque expirou o prazo dessa solicitação. O empresário German Efromovich já está providenciando um novo pedido. Isso faz parte do processo burocrático exigido pelo Fundo. O financiamento é junto ao BNDES e parte dos recursos empregados no Eisa Alagoas virá das próprias empresas de German”. Questionado sobre o licenciamento ambiental necessário à instalação do estaleiro, o governador afirmou que o grupo Synergy, responsável pelo estaleiro, tem cumprido com as condicionantes determinadas pelo Ibama. “A documentação restante exigida ao Eisa pelo Ibama, para que seja dada a licença ambiental, deverá estar sendo encaminhada até o final de janeiro de 2012. A construção da obra em Coruripe está programada para iniciar tão logo essa licença seja concedida. Acredito que isso ocorrerá no primeiro trimestre do próximo ano”. Teotonio Vilela encerrou a entrevista reafirmando a importância do estaleiro para o desenvolvimento do Estado. “O estaleiro Eisa significa muito para o desenvolvimento de Alagoas. São milhares de novos empregos para jovens e adultos; são milhares de alagoanos podendo se capacitar a uma nova profissionalização; é mais renda, mais cidadania, mais prosperidade para Alagoas”, afirmou o governador.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

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É sabido, que existem vários amigos atuando em diversos Estaleiros espalhados em diferentes regiões do Brasil. Alguns destes profissionais foram dispensados do emprego e outros partiram para novos desafios. Mas uma coisa é certa, o contato com essa galera ficou muito difícil! .Como o mundo virtual nos proporciona uma velocidade de comunicação sem igual e de grande valor social, me perguntei – porque não criar um blog?
A finalidade da criação dessa NETWORK  entre profissionais da Indústria Naval é expandir conhecimentos, trocar informações, Cursos, Palestras, Tecnologia, Indicação de Vagas e Integração entre Especialidades como, por exemplo:

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Ou seja, tudo que estiver relacionado à Fabricação de Navios e Plataformas de Petróleo Off-Shore.
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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Estaleiro Eisa em Alagoas, vai operar em 2014.

Estaleiro Eisa em AL deve começar a operar em 2014, garante  o presidente do Grupo Synergy



Fonte : Publicado por Redação em 02/09/2011 as 08:58
Arquivado em
Cidades, Municípios
Gilson Monteiro – Repórter

Anunciado pelo governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) como o maior empreendimento econômico de Alagoas, o estaleiro Eisa só deverá estar operando em 2014. A previsão é do empresário German Efromovich, presidente do Grupo Synergy, dono do empreendimento, que ocupará uma área de numa área de 2 milhões metros quadrados no município de Coruripe, Litoral Sul do Estado. Efromovich concedeu entrevista coletiva na manhã de ontem, no Palácio República dos Palmares, para falar sobre o andamento do projeto orçado em R$ 1,5 bilhão.
A previsão, segundo Efromovich, é de que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) conceda a licença ambiental até dezembro. Uma espécie de “presente de Natal”, segundo o empresário.
“O que impede o início das obras é que é preciso seguir a lei. Ou seja, enquanto não tivermos a licença ambiental nós não podemos fazer nada na parte física. Tentamos um atalho com a licença preliminar emitida pelo IMA [Instituto do Meio Ambiente], mas houve uma intervenção da promotoria do Ministério Publico Federal, onde foi definido que o Ibama é que teria legitimidade fazer essa licença. Então tivemos que adaptar um processo que já estava em andamento, a outros critérios, que não são idênticos. Já praticamente atendemos todos os critérios”, disse o empresário.
Esperamos que, se a burocracia nos ajudar, já termos passado por esta etapa em dezembro, que, este ano, não será comemorado somente com Natal e Papai Noel. Vai ter essa licença também. Quanto a entrar em operação, as obras durarão três anos, a serem contadas a partir da concessão dessa licença”,
disse o empresário.
Na entrevista, Efromovich e o governador se esforçaram para emplacar o projeto que chegou a cair no descrédito após a morosidade na concessão da licença ambiental.  “Para se ter uma idéia temos uma equipe trabalhando, já se investiram só na parte de estudos, orçamentos, cerca de 10 milhões de reais. Não se investe tanto dinheiro para não se fazer nada. Ninguém investe tempo e essa quantidade de  dinheiro se não tem intenção real de fazer isso [o estaleiro]”,
disse Efromovich.
A promessa é que a fábrica de navios gere 10 mil empregos diretos. “Além desses 10 mil empregos diretos, considerando-se a média entre 4 a 7 postos de trabalhos gerados de forma indireta a cada emprego direto gerado numa indústria, podemos dizer que o Eisa irá gera entre 70 e 80 mil postos de trabalhos de forma direta e indireta”,
calculou o empresário.
O governador Teotonio Vilela Filho reforçou o fomento à economia de pequeno e médio porte que o estaleiro Eisa ira promover, na região do entorno do empreendimento.

POLÍTICA – Questionado sobre os rumores de que há resistência de setores políticos à vinda do empreendimento para Alagoas, o presidente do Grupo Synergy preferiu não entrar no embate.
“Até me recuso a falar de política porque não sou político. Mas na verdade é que sempre há quem rema contra. Talvez até exista mesmo. E o fato de alguém dizer publicamente que o estaleiro não vem, já há uma má intenção nisso. O que pode haver por trás disso não quero nem pensar”,
desconversou o empresário.

Considerado um dos maiores conglomerados da América do Sul, o Grupo Synergy atua nas áreas de aviação comercial, produção de petróleo e gás, geração de energia e construção naval.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Emprego na Area Naval salta de 65 mil para 100 mil em 2016

Emprego Naval - Os empregos na indústria naval deverão saltar de 65 mil vagas este ano para cem mil em 2016. É quase o mesmo que a indústria automotiva emprega hoje. A projeção é da Abenav, que reúne 26 estaleiros. Os investimentos previstos para expansão do setor offshore são de R$ 20 bilhões ao ano até 2020. Será para atender o pré-sal. (O Globo, Negócios & Cia, Flávia Oliveira).
Estaleiro- O Estaleiro Aliança concluiu a construção de metalúrgica de Guaxindiba, em São Gonçalo (RJ). A Lafem Engenharia foi a responsável pelo projeto, que ocupa terreno de 50 mil metros quadrados. Foram investidos R$ 25 milhões nas obras. Vai atender a demanda por navios de apoio à exploração de óleo e gás da Companhia Brasileira de Offshore. (O Globo, Negócios & Cia, Flávia Oliveira).

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A Gigante PETROCHINA de olho no Pré Sal vai abrir fabrica de Sonda na Bahia

Fonte : Brasil Econômico, Empresas - Nivaldo Souza
A projeção do mercado petrolífero para o Brasil não atrai apenas companhia de exploração de óleo e gás de olho no pré-sal. Fabricantes de equipamentos também esperam lucrar com as perspectivas desenhadas para os próximos anos. Caso da gigante chinesa de sondas para perfuração poços de petróleo Baoji Oilfield Machinery (Bomco). A subsidiária de máquinas e equipamentos das estatais PetroChina e China National Petroleum Corporation (CNPC) anuncia nesta segunda-feira a construção da fábrica em Simões Filho, região metropolitana de Salvador.
As brasileiras terão 33% de participação do capital da companhia, enquanto a Bomco fica com 34%. A fábrica é parte do caixa de R$ 130 milhões programado para estruturar a criação da Bomcobras em dois anos. O passo deve incluir a instalação de unidades de serviços e reposição de peças em Manaus, Santos e Macaé, além de escritório comercial no Rio de Janeiro. A entrada da Bomco no Brasil pode ser um passo estratégico de petrolíferas chinesas dispostas a disputar blocos no 11º leilão da Leilões ANP - programado para 2012.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

OGX (Eike B.) encomenda 4 vai fabricar 48 Plataformas no Estaleiro OSX no Rio de Janeiro

OGX encomendará mais quatro plataformas à OSX

Fonte : O Globo

A OGX, braço petroleiro do grupo EBX, fará a encomenda de mais quatro plataformas ao estaleiro OSX até o fim do ano. As unidades flutuantes de armazenamento e produção de petróleo (FPSO) se somarão à carteira atual da empresa de sete unidades e devem operar na Bacia de Campos.
Segundo o empresário Eike Batista, cada equipamento custará entre US$ 700 milhões e US$ 1 bilhão e terão capacidade de produção de 100 mil barris por dia. A projeção é que as quatro unidades entrem em operação em 2014/2015.
- Estamos fazendo uma frota de unidades FPSO de 100 mil barris/dia. Vamos fábricá-los numa linha de montagem e ouso dizer que vamos produzi-los no mínimo 20% mais barato que qualquer outro estaleiro nacional pelo desenho de eficiência. Estamos com plano mantido de produção de 700 mil barris (diários) em 2015 - disse Eike.
O plano da OGX prevê a contratação de 48 plataformas, das quais apenas três importadas. Todas as outras serão construídas no estaleiro da OSX com a coreana Hyundai Heavy Industries, no Porto do Açu, Rio de Janeiro.
A primeira plataforma FPSO da EBX está chegando do exterior e deve entrar em produção no último trimestre de 2011.




Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/10/06/ogx-encomendara-mais-quatro-plataformas-osx-925526036.asp#ixzz1a2Cn5kCB
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Estaleiro da ODEBRECHET na BAHIA vai custar R$ 2 bilhões

Grupo planeja construir estaleiro na Bahia
Brasil Econômico
Mesmo com passos cada vez mais ousados no setor de petróleo e gás, o grupo Odebrecht pretende permanecer forte na construção civil, independentemente da crise mundial e até do avanço de grupos chineses sobre a África, mercado no qual mantém algumas das melhores expectativas de negócios para os próximos anos. Presidente do conglomerado que teve na construção civil o berço dos negócios do grupo na Bahia, o executivo Marcelo Odebrecht admite ampliar os investimentos no novo estaleiro que pretende construir na Bahia, no município de Maragogipe, no Recôncavo baiano, inicialmente avaliado em R$ 2 bilhões.
A ampliação, de acordo com a Odebrecht, está condicionada à vitória da empresa na concorrência aberta pela Sete Brasil para construção de seis sondas de perfuração que serão afretadas para a Petrobras. Nesse caso, justifica o empresário, o projeto da unidade naval terá que ser ampliado de modo a capacitá-lo para construção não só dos módulos originalmente previstos pelo empreendimento, mas também para as sondas. Com participação minoritária da própria Petrobras, a Sete Brasil foi criada pela estatal, junto com bancos privados, para viabilizar de forma mais ágil a construção de sondas para o programa exploratório do pré-sal.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Petrobras recebe propostas para contratar 21 sondas

Fonte: Diário Mercantil, Economia&Finanças
A Petrobrás recebeu ontem as propostas para a contratação de 21 sondas de perfuração de áreas com até 3 mil metros de profundidade, dentro da maior licitação já realizada no País, que prevê o afretamento das unidades ao longo de 15 anos. Considerando que os preços ficaram entre USD 604 mil e USD 630 mil pela diária de cada unidade, o contrato soma ao longo de todo o prazo de afretamento cerca de USD 70 bilhões. As propostas se dividiram em três grupos, sendo dois deles apresentados pela empresa Sete Brasil - que tem participação da própria Petrobrás em 10% de seu capital - e um, para a construção de cinco unidades, pela Ocean Rig, do empresário German Effromovitch.Convidadas a participar da concorrência, Saipem, Shain, Engevix e Ensco declinaram de apresentar propostas. A análise da Petrobrás vai considerar o menor valor presente líquido na média diária do afretamento por pacote de propostas, considerando um desconto de 8,8% anual. Segundo fontes do setor, por esses critérios, a primeira colocada é a proposta da Ocean Rig, seguida do pacote de 15 unidades da Sete Brasil. Constituída para concentrar as encomendas da Petrobrás na área de perfuração e aliviar o caixa da estatal, a Sete Brasil prevê que seu capital salte de R$ 1,9 bilhão para R$ 4,5 bilhões, caso as 21 unidades sejam contratadas.